quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Dredd x Dredd

I AM THE LAW! 
Frase marcante do filme Dredd... Pelo menos de um deles....

Depois de ver Dredd (2012) eu tinha que rever Dredd (1995) pra poder entender o que não me agradou. Achei tanta coisa que me deu vontade de voltar e ver Dredd (2012) novamente só pra ter certeza!

Antes só uma breve descrição de quem é Dredd nos quadrinhos: 

Para quem não conhece, Juíz Dredd, embora pouco conhecido do público geral, é um personagem muito interessante das HQs. Contextualizado num ambiente pós guerra/catástrofe natural do nosso próprio planeta, com a tecnologia do futuro extremamente evoluída  ele é um dos integrantes da força jurídica de rua, que tem o amplo poder de prender, julgar e condenar os criminosos na intenção de diminuir o tempo de burocracia nas condenações. Dredd é o mais temido entre todos por ser o mais habilidoso e impiedoso dos juízes.

Dado o resumo, vamos começar pelos elogios, é claro!


Dredd (1995).
Filme de visual interessante, percebe-se que foi utilizado o máximo da tecnologia digital da época. Apresenta de forma impactante o personagem principal e desenvolve a história explicando sempre sem deixar dúvida. Sylvester Stallone foi o maior acerto de todos. A escolha dele como protagonista não poderia ser melhor. No auge de sua fama por interpretar personagens exatamente no estilo "herói machão" como Dredd, Sly ainda por cima, tem a característica "boca torta" assim como o personagem.  Lembro que este detalhe era o mais comentado nas rodinhas de fãs, parecia até que o personagem tinha sido desenhado inspirado na imagem do Sly como se não existisse antes! A escolha do Sly foi perfeita, pois já o víamos quebrando tudo e todos, dando tiros, sendo 'o cara'... já era convincente, ele era o Dredd!

Todos os pontos positivos recaem no perfeito caricaturesco Dredd interpretado por Stallone.








Dredd (2012) é um filme surpreendentemente belo apesar de chocante e perturbador (para quem tem estômago fraco). Os recursos de câmera lenta somados aos efeitos 3D dão a perfeita imagem em detalhes do movimento de água jogada pra cima pela mão, do brilho insano dos estilhaços de vidros, da onda no abdômen causada pela explosão de uma granada e até do impacto de uma bala atravessando o rosto de um garoto. Extremamente perturbador não?? Não. rsrss

Não traz explicações, nem falso moralismo, nem dramas pessoais. Isso é bom!


O que está errado? 

O caras certos nas produções erradas!!! 
Dredd (1995) tem como pontos positivos o protagonista, as atuações, o visual fantástico que faria sucesso em salas 3D (logicamente reeditadas e re-digitalizadas), o robô mal, a família Angel e a introdução.  Daí pra frente o negócio desanda de um jeito de dar dó! Não dá pra falar de tudo porque, enfim.... Mas preciso externar minha indignação quanto a personagem 'alívio cômico' do filme, Rob Schneider (The Animal), foi o maior erro de todos, totalmente fora da realidade Dredd, na minha opinião...
Mas pelo menos foi em Dredd (1995) onde ouvi e nunca esqueci:  I AM THE LAW!

Já Dredd (2012) tem como pontos positivos a fotografia, a vilã Ma-Ma (Lena Headey, de 300 e  Game of Thrones), 'matou a pau' no papel da louca-psicótica traficante impiedosa; trilha sonora, efeitos visuais em 3D, roteiro simples... simples até demais! Não é porque é um filme-porrada que é preciso eliminar os diálogos e explicações racionais de alguns fatos. Nem todos que gostam de filmes violentos dispensam a inteligência do negócio.


Mas o maior erro foi o próprio Dredd. Se era pra impressionar pela violência máxima, pelo PAVOR que o juíz Dredd provoca nos quadrinhos, pela fama de carrasco que ele carrega, por que colocar uma cara tão magrinho, tão 'não-herói'? Gosto do Karl Urban em The Lord Of The Rings e Riddick, mas Dredd o deixou extremamente sem graça... 
O pior é que não tem como não fazer as tais comparações!

A quase 20 anos atrás nós tínhamos o Dredd, o verdadeiro Dredd, igualzinho. Hoje temos um bico de marra num cara extremamente normal, e, ainda bem que ele não tira o capacete (horrivelmente grande, estilo Darth Vader) hora nenhuma do filme! Eu só o imaginei dentro do cenário de Dredd (1995) ia dar certinho, junto com o resto super sem sentido!! 
Karl Urban levou a sério sua missão como Dreed. Estudou a fundo as HQs para reproduzir com a parte inferior de seu rosto exatamente as expressões do personagem nos quadrinhos. Ele faz a voz certa, a postura corporal certa, a atitude certa. Ficou realmente casca grossa... Mas NÃO MARCA, não convence, pelo menos a mim!
Dredd é Dredd!
Tinha que ser um The Rock, um Vin Diesel, sei lá, um cara GRANDE, qualquer um que causasse aquele Haaaaaa na platéia quando aparecesse em cena.

Filme até legal, caricaturado, mas, o principal não marcou..
pena....




Fontes:

domingo, 30 de setembro de 2012

Partners

Pronto, esse é o período onde os canais abertos americanos lançam suas séries e sitcoms. Estão vindo várias séries promissoras por aí, e uma delas, PARTNERS (CBS), lançada semana passada chamou minha atenção por ser uma sitcom, exibindo apenas cerca de 20 min em cada episódio. De desenvolvimento rápido, simples e interessante, o episódio piloto me conquistou rapidinho. 





Baseada na vida de seus criadores, David Kohan e Max Mutchnick, Partners acompanha a vida de dois melhores amigos e sócios, cuja relação é testada quando um deles fica noivo, prestes a se casar. Joe é um arquiteto bem sucedido que vive a vida usando o cérebro, e não o coração. Essa atitude é a oposta a de Louis, seu sócio gay, uma pessoa espontânea, emocional e exagerada. Ambos encontraram a felicidade em suas vidas amorosas: Joe acaba de noivar com Ali, uma linda e sofisticada designer de joias, enquanto Louis se relaciona com Wyatt, um enfermeiro vegetariano. Conforme o relacionamento de Joe evolui, o tempo dirá se a parceria entre amigos pode sobreviver aos novos amores de suas vidas.

Pode não ser a coisa mais engraçada do mundo, mas dá para perceber, logo de cara, que há alguma coisa muito boa na série. O elenco, os personagens, o timing de comédia. Tudo isso deixa aquela vontade de voltar para vermos mais episódios.
A série foi identificada como "remake não oficial" pela impressa americana de uma sitcom exibida pela Fox em 1995. Partners, da CBS, foi criada por Max Mutchnick e David Kohan, e Partners, da Fox é uma  série de Jeff Greenstein e Jeff Strauss. Ambas são sitcoms e, por incrível que pareça, tiveram os episódios pilotos dirigidos por James Burrows. 
Em seu perfil do Twitter , Greenstein alertou para o fato de que Partners é cópia de sua sitcom. Mas, ao que tudo indica, ele não pode evitar  que a série da CBS tenha sua produção aprovada.

AINDA BEM!!! rsrss
Uma sitcom que esbanja simpatia.

Fontes:

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Escolhas I

Vasculhando minhas coisas hoje achei um cadernão onde, a alguns anos atras, eu escrevia trechos de livros lidos, pensamentos interessantes, frases marcantes, músicas e até piadas, coisas minhas. Resolvi folheá-lo e me deparei com um pequeno texto produzido por mim. Confesso que vieram à minha mente lembranças não tão boas, mas também lições valiosas. 
Ontem li o seguinte: "Ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom." I Tess. 5:21. 

Aí está o texto:
'A vida é muito lôka!
As oportunidades surgem inesperadamente e precisamos fazer escolhas. As escolhas fazem parte de todos os nossos momentos.
Acho que, por isso ser tão frequente, não damos a devida importância. Uma escolha mal feita pode gerar consequências inimagináveis. 
Ás vezes a vida nos dá a chance de reparar o erro cometido, ou não, simplesmente ela passa na cara a 'porcaria' de escolha que fizemos e agora não tem mais jeito, só nos resta aprender...
Nunca estaremos maduros o bastante para não errarmos, e isso é trágico, mas o consolo está em saber que Deus nos dá a chance a cada manhã de começarmos tudo de novo.' 


Tudo o que nos acontece começa com uma escolha. Escolhas boas ou ruins são a base de construção de nossa vida inteira, por isso, retendo o que é bom, teremos uma vida mais leve, mais sábia, mais coerente. Deus nos dá a oportunidade de recomeçarmos sempre, trazendo das escolhas de nosso passado o que realmente importa.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O Ovomaltine

Hoje fiquei sem internet em casa e, após o almoço fui ao Shopping alimentar o vício do facebook, como tb alguns outros. Enquanto atualizava algumas páginas e conversava com Thiago Silva, bateu aquela vontade lôka de um mcflurry de Ovomaltine. Na intenção de fazer uma invejinha boba a Thiago, pesquisei uma imagem do mcflurry pra mandar via facebook e foi aí onde fiz a descoberta, minha descoberta é claro.

O ovomaltine é um produto originalmente idealizado em 1904 por um médico suíço que buscava combater a subnutrição infantil. Ele é basicamente composto de leite, cacau, ovos e malte.
Mais tarde uma fábrica foi construída na Inglaterra, exclusivamente para a produção de Ovomaltine, que pouco depois passou a exportá-lo para os Estados Unidos.
Sua fórmula foi alterada no decorrer dos anos. Hoje, existem diferentes fórmulas para o produto vendido em diferentes partes do mundo.
No Brasil, no início da década de 90 o ovomaltine ganhou fama devido a uma estratégia bem sucedida de campanha, após ser incluído como ingrediente de um dos produtos da rede de lanchonetes Bob's  o milkshake de Ovomaltine. Dado o sucesso do milkshake, em 2006, a rede  Bob's renovou seu cardápio, com o lançamento do Sundae de Ovomaltine. Outras empresas fast foods também comercializam o produto.
Depois de anos de qualidade e sucesso, em meados de 2008, o ovomaltine original, tipo suíço, foi extinto das prateleiras dos supermercados brasileiros. O antigo e diferente Ovomaltine tipo suíço, que era uma opção para aqueles não queriam um achocolatado, foi substibuído pelo Ovomaltine chocolate fino. No entanto, a versão mais popular no Brasil - Ovomaltine flocos crocantes, responsável por 94% das vendas no país, continuou no mercado.


Desde 2009 a rede de lanchonetes McDonald's comercializa sua linha de sorvetes com confeitos, McFlurry, com chocolate e Ovomaltine.

Lembro bem quando experimentei o ovomaltine no milkshake da Bob's, foi paixão ao primeiro gole!!! E agora, o mcflurry danadinho que não me deixa emagrecer... Uma verdadeira delícia gelada crocante!



Fontes:


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Arrow - a nova série da WC


Vamos falar um pouquinho de uma coisa que me fascina desde 'sempre': a fantasia. Nessa postagem quero me ater ao grande espetáculo das séries inglesas e americanas. O pessoal sabe bem o que produz, o que conquista milhares de espectadores ao redor do mundo e uma nova aposta do grande Canal Warner é a nova série Arrow.



"Arrow" tem como objetivo cativar os espectadores que sentem falta de "Smallville", série terminada já há mais de um ano. A série acompanha Oliver Queen - o "Arqueiro Verde", play boy de 27anos que, depois de sofrer um naufrágio, passa cinco anos brutais numa ilha no sul da China e volta à cidade como um homem diferente: um mestre do arco e flecha, determinado a fazer a diferença. O elenco é constituído por: Paul Blackthorne, Jamey Sheridan, David Ramsey, Colin Donnell, Susanna Thompson, Katie Cassidy, Willa Holland e Colin Salmon. 
Arrow tem estréia marcada e confirmada para o dia 10/10 CW, EUA. Aqui no Brasil, sua estréia acontece mais ou menos um mês depois pelo canal da Warner.

Depois do sucesso de Smallville, provavelmente um herói com uma ambientação mais adulta será muito bem vinda, já que os fãs são EX adolescentes que acompanharam as aventuras de Clark Kent por 10 anos. O grande SE vem dos produtores e roteiristas os quais levam a responsabilidade de não errarem colocando em risco o que já está destinado ao sucesso. Acho que que vai ser o pipoco e adorei a ideia de mais uma grande série no meu vício... :D


Será que vai dar certo?

Um blog... Será? Não sou boa com caneta e papel... Geralmente não consigo colocar em palavras registradas o que penso... Não sei se é a rapidez do pensamento ou uma frescura de travamento, mas agora, estou disposta a tentar registrar algumas coisinhas nesse espaço que, espero eu, seja bem meu, todo meu, Meu Mundinho.