quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Person Of Interest | Review – 3×14: Provenance

O que posso dizer? Novo terno, novo homem.” – Reese.
O Homem de Terno está de volta ao time. Tudo certo no reino da Machine. Como é bom acompanhar um episódio tenso, coeso, com pitadinhas de humor e bem dirigido depois de ver vários das séries modinhas, CW e afins, que me deixaram, no mínimo, irritada essa semana, não gostei de quase nada do que vi. Mas POI é fantástica e me trouxe a alegria de volta. rs.
Revendo o caso da semana acompanhamos o CPF de Kelly Lin, imigrante chinesa, promotora de eventos sociais bem sucedida e ladra fina. Em seu próprio evento, ela rouba uma pintura do museu e é descoberta por Shaw, impecável em seu vestido branco. Na busca de saber o porquê do roubo, Shaw descobre que a Kelly é caçada pela INTERPOL a algum tempo. Com a ajuda de sua bolsa e seu ipad, Finch consegue rastreá-la e descobre que ela rouba pra um cara sinistro, o Cyril, membro de uma organização com sede em Praga e que ainda quer mais um roubo, uma peça de arte valiosa, a Bíblia de Gutemberg.
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Na verdade a Kelly Lin se chama Jiao Lin e foi uma ginasta chinesa famosa na adolescência. Ela faz esses trabalhos sujos pra essa organização porque eles tem sua filha como refém. Acho que estava bem a vista porque deduzi de cara que ela estava sendo coagida a fazer os roubos. A história do MO dito pelo agente da INTERPOL e o roubo do museu não bateram.
Enfim, Finch decide juntar o pessoal e roubar a Bíblia de Gutemberg para ajudar a Kelly a reaver a filha e assim, sem pestanejar, o team Machine entra pro mundo do crime. Com um plano bem elaborado e uma impressora 3D (Finch adorou o brinquedinho novo) eles conseguem, não só retirar a Bíblia de um prédio de segurança máxima como também provar para a INTERPOL que Jiao estava agindo sob coerção. Durante todo o planejamento e execução do roubo me senti assistindo novamente Ocean’s Eleven. rs.
O bom do episódio foi ver o tal do Cyril pousando de gostosão, dizendo que a Jiao trouxe muito lucro para eles durante todos esses anos e que sua vida de roubo só ia acabar quando eles quisessem. Achando-se todo dono da vida da chinesa e de sua filha. Então, no meio da ligação, o Reese apareceu tocando o terror e resgatando a menina. Foi lindo! A Jiao, mesmo sabendo que seria presa estava aliviada por ver sua filha em segurança.
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A melhor série procedural no ar retoma seu ritmo de casos da semana no maior estilo. Depois da perda da Carter, da quase morte e surtada do Reese, vemos o team Machineunido novamente, disposto a salvar pessoas ‘irrelevantes’ em perigo. Com o magistral equilíbrio entre ação, desenvolvimento, alívio cômico e nostalgia, onde eles bebem em memória da Carter, Person Of Interest entregou mais um episódio fascinante do início ao fim.
 Até o próximo episódio pessoal.
Obs: O que dizer do bigodinho do Reese? Huahuahua
7 de fevereiro de 2014 em Manicômio Séries

Person Of Interest | Review – 3×13: 4C

Missão dada é missão cumprida‘. Bordão do filme Tropa de Elite do qual me lembrei durante todo o episódio 3×13 de Person Of Interest. John Reese profundamente entristecido, abatido e revoltado com a Machine e seu time resolve fugir, imagine, para Istambul. Mas a Machine deixou bem claro que não aceita a saída dele da equipe e muda todos os seus planos o colocando num voo com escala em Roma com provável ameaça iminente. O que achei muito interessante foi o primeiro caso de CPF relevante explorado pela Machine. O número não foi detectado, ou melhor, enviado para Finch, mas a Machine decidiu colocar Reese na missão de salvar o dono do CPF e, consequentemente, todos os passageiros do avião.
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O caso explorado foi o seguinte: a segurança nacional está escoltando um nerd, programador gênio chamado Owen Mathews e um monte de gente quer vê-lo morto. O carinha desenvolveu um site com venda de drogas on line, com entrega rápida e segura, eliminando assim todo o processo de intermediação. Primeiro ele começa negando, se dizendo apenas programador e tals mas no fim confessa que é conhecido por Esfinge, o criador e dono de todo o negócio. No voo ele estava sendo escoltado por dois agentes bem palermas, como de praxe, foi atacado por agentes de um cartel concorrente, por agentes de outro cartel colombiano e por um agente, um cara de terno, da Atividade,  lembra dela? A antiga empregadora da Shaw. É que a Atividade acabou se envolvendo financeiramente com esse mercado negro de drogas e, depois do cara ser pego pela Agência Nacional de Segurança, decidiu eliminá-lo.
Mas, até então, eu não tinha entendido o por quê do cara ser uma ameaçada relevante. Então me aparece aquele doido, comissário fingido que decide eliminar o piloto e o co-piloto e derrubar o avião. Bom é que o Reese entendeu quem era o maluco da vez e tudo se resolveu no fim, claro, com a ajuda de uma bela aeromoça loira. mas não sem antes John protestar, espernear, negar, cruzar os braços e fazer beicinho. O Finch pousando o avião desgovernado foi um show a parte, já que sacou de uma das estantes o Joystick e fez o que todo nerd que se preze já simulou um dia.
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Então, depois da agonia toda, o Reese dispensa o guri nerd com um endereço e a promessa de uma nova identidade, e vai tomar alguma coisa com a loirinha gentil e prestativa. Foi muito bom ver o Finch em Roma, arrumando uma desculpa para ver o John de pertinho, e discretamente conversar com ele para dizer-lhe o quanto respeita sua decisão de sair mas que seu trabalho faz falta, e o Reese, com aquele olhar mais fofo do mundo, com as frases mais legais do episódio, dizer que está voltando, de carona, lógico, mas com um terno italiano novinho em folha.
O team Machine está junto novamente, isso era previsto mas, tenho certeza que todos os fãs abriram um sorriso de orelha a orelha no fim do episódio com o conjunto geral de acontecimentos que trouxeram nosso Reese de volta. Ainda existem muitos números a serem gerados pela Machine, muitas missões a serem cumpridas e pessoas a serem salvas. Só digo que espero muito, de coração, ‘Vida longa e próspera‘ para Person Of Interest.
*A Shaw é sempre um show!
* Reese – The blanket guy colocando aquele chato pra dormir foi hilário e gratificante, todo mundo vibrou com aquele soco! rs
17 de janeiro de 2014 em Manicômio Séries

Person Of Interest | Review – 3×12: Aletheia

Estamos nós aqui de volta depois de um intervalinho para as festas de fim de ano. Depois de tudo o que rolou nesta temporada, é impossível dizer que Person Of Interest não justifica a legião de fãs que lotam os fóruns na internet para comentar os fatos. Muitos internautas novatos na série devoraram com gosto as duas primeiras temporadas neste intervalo para poder acompanhar em dias a temporada corrente. John Reese e Harold Finch estão mais populares do que nunca graças ao grande Nolan e sua produção surpreendentemente deliciosa de se ver.
No episódio passado ficamos sabendo que existe uma segunda máquina similar a nossa querida Machine que fez parte do projeto Samaritano. “Aletheia”, primeiro episódio de POI em 2014, marca o ponto central da temporada resolvendo conflitos e abrindo outros novos para movimentar a segunda metade dos habituais 22 episódios da season. Enquanto Finch tenta salvar a vida de seu amigo Arthur, Lionel tenta trazer Reese de volta a razão e ao time literalmente a socos e pontapés. Harold, Shaw e Arthur, presos no episódio anterior, são salvos por Root que acaba sendo capturada enquanto os outros três conseguem fugir. A mulher que roubou a identidade da esposa de Arthur se auto-denomida Controle e quer acesso a Machine ou ao backup do programa Samaritano dizendo que é pelo bem do país.
Então o trio fugitivo vai até um banco retirar do cofre o backup sob a tutela de uma identidade falsa e informações um tanto confusas do desmemoriado mas-nem-tanto Arthur. Dão de cara com a Vigilância que já está no local e forja um assalto para roubar os drives (backup) em questão mas a polícia chega acompanhada do Hersh a serviço da Controle. O caos está instaurado e Finch acaba preso dentro do cofre com Arthur e a gerente do banco. Finch convence Arthur que o Samaritano precisa ser destruído e lhe conta sobre a Machine que foi construída e ainda está na ativa. Arthur, depois de muito custo acaba destruindo os drivers. Vou falar a verdade, se o projeto fosse meu, jamais teria destruído, deu uma dozinha do Arthur.
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Depois de um plano de resgate da Shaw pra lá de furado, vemos eles serem resgatados mais uma vez por Reese e Fusco. Alguém me diz que não ficou feliz com a volta a ativa do Reese que, a pouco, aparece na cadeia com Fusco se lamuriando e expondo sua falta de fé no trabalho que fez com Harold e a Machine. Mas depois de mais uma injeção de bom senso do Fusco eles vão em socorro a Harold e assim conseguem escapar da Vigilância e dos agentes da Controle. Isso não significa que ele voltou a trabalhar com o team machine mas, pelo menos ele se importa com o Finch e acabará por render-se aos encantos da função novamente.
Por falar em Controle, que papo é aquele de que a máquina pertence a ela? A Root é literalmente ‘o cara’. Conseguiu sacrificar um ouvido para ter acesso a faca e se libertar. Não posso negar meu sorriso de felicidade quando vi aquela vadia presa pela Root, com cara de espanto, ouvindo tudo o que a Machine tinha pra dizer a ela. Ela precisava entender que a máquina, agora, tem vida própria e nem seu próprio idealizador e construtor tem mais autonomia sobre ela. Triste para o Harold mas é verdade, a Machine só responde a ela mesma e todos os que a rodeiam são seus agentes.
O caso é que, depois de tudo, Root consegue escapar mas decide não se juntar mais ao team machine e liga pra Harold para se despedir. Ela lhe conta que os drives que Arthur destruiu não são o backup do Samaritano, a gerente que os atendeu era uma agente que os substituiu. Resta agora saber pra quem ela trabalhava e o que acontecerá com os drives roubados.
Mais um episódio muito bom marcando a início de novos conflitos e novos vilões. Preciso comentar que tivemos a volta do Hersh, ele veio substituir aquele lugarzinho especial do nosso ódio mortal deixado pelo Simmons, concordam?
Deixe sua opinião, ela é muito importante.
Até o próximo episódio pessoal!
Obg Vanessinha pela substituição.
9 de janeiro de 2014 em Manicômio Séries


Person of Interest | Review – 3×10: The Devil’s Share

Person of Interest entregou um meio de temporada mais que perfeito depois de uma semana digerindo a morte da tão amada detetive Carter. Lidar com a perda de um personagem não é fácil, e nesta série os sentimentos foram intensificados pela surpresa da perda de um personagem tão amado somada com a dramaticidade da série. Uma mistura explosiva que despertou o interesse até de quem não a acompanha. A repercussão foi tão intensa que muitas pessoas me procuraram para pegar as 2 primeiras temporadas e mergulhar no universo POI para descobrir por que tamanha paixão e luto entre os fãs internautas.
Enganou-se quem pensou que a série seguiria com uma caçada em busca do Simmons durante todo o episódio. Houve uma caçada sim, mas o alvo foi outro. Já sentimos uma diferença na abertura do episódio, onde acompanhamos o funeral da Carter, os esforços da Shaw em busca do assassino e o sumiço alucinado do Reese ao som de Hurt (Johnny Cash), um musicão, perfeita para descrever esses 5 primeiros minutos de luto e dor.
O Reese desapareceu e está em busca do Simmons sozinho, então o Harold e a Shaw com a ajuda de Fusco vão caçá-lo. Pois é, o cara alto, moreno e maluco deu uma de cavaleiro solitário em busca de vingança. A mudança é impressionante e choca vê-lo tão desequilibrado e cru, um homem completamente diferente do ex agente da CIA frio esquecido de sentimentos reais, um ser humano que acabou de levar um choque de realidade e lembrou de sua própria humanidade. O Jim Caviezel fez um trabalho brilhante ao retratar a dor da perda da parceira e a disposição de se fazer tudo por vingança. Ele se encontra gravemente ferido e coloca o team machine num beco sem saída. A única pessoa que poderia dar uma luz de onde o Simmons estava, e consequentemente o Reese, era o advogado que foi morto e assim a saída que seus amigos veem para lhe tirar do fogo cruzado é pedir a ajuda da Root. O Harold reluta muito mas acaba cedendo. É tudo o que a Superusuária quer já que vive se preparando para o grande evento que aMachine prevê e só precisa de uma brechinha para voltar a estar em contato com a tecnologia.
John Reese está tocando o terror, não importa se é Federal, Swat ou da máfia russa, seu interesse maior é o Simmons e ele usa o Quinn para isso. O cara está louco, armado e perigoso, mas tem a vulnerabilidade do ferimento que o incomoda visivelmente. Gente, ele ia matar o Quinn, só não o fez porque as balas acabaram, se mostrou tão transtornado que cortou meu coração.  Um ponto interessante desse episódio é que foi mostrado como cada membro da equipe lida com os sentimentos ou a falta deles. Na realidade, aparentemente nenhum deles se incomoda muito com o sentir. São flashbacks com avaliações psicológicas que demonstram como cada um lida com as situações de stress e perdas que normalmente comprometeria o trabalho e o comportamento de pessoas normais. Neste momento entendo perfeitamente a frase do Fusco. Ele disse que quando achava que estar naquela equipe era estranho um deles elevava a estranheza ao próximo nível. São pessoas diferentes, disso ninguém duvida, mas que trabalham juntas salvando vidas, decidiram ser pessoas corretas fazendo o que é certo, utilizando as vantagens de suas habilidades e frieza, ainda bem!
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E é neste sentido que absorvemos o discurso emocionado do Fusco. Ele consegue interceptar o desgraçado do Simmons, dá uma de Holyfield, mesmo gordinho, dá umas boas cacetadas no nojento, quebra seu braço mas deixa claro que é um bom homem, que conseguiu entender o que era certo e errado com a ajuda da parceira mais humana que tinha na equipe, aquela que  o ajudou a salvar-se de si mesmo, profundo não? Dessa forma o Simmons é preso pelo Fusco e levado à  justiça para responder por seus crimes.
Mas não acabou, o grande Elias resolveu aparecer. Todos sabemos do carinho que ele também tinha pela Carter, ele era seu informante e a ajudou algumas vezes em sua empreitada de desmantelar  a HR, por isso, ele chegou de mansinho como sempre, com seus oculosinhos  redondos, o discurso filosófico sobre civilização e assiste de camarote o fim merecido do Simmons. Eu adoro o Enrico e sempre achei seu trabalho subestimado na série, espero, de coração, um espacinho maior para seu personagem vilanesco adorável.
Entramos num hiato de 3 semanas, o próximo episódio será exibido dia 17/12. Pra falar a verdade a grande incógnita que fica na minha mente agora é sobre o tal evento que a Root tanto fala com um expectativa infantil de assustar. E, para nossa alegria, a Superusuária agora faz parte do team machine, super agregada para enfrentar o que há de vir. A Vigilância também promete alguma ação. Só nos resta esperar e formular nossas suposições.
Fique a vontade para deixar suas considerações.
*Alto, moreno e maluco!
* A cara do Fusco ouvindo a Root foi impagável
*O médico disse que ele vai sobreviver – perdeu muito sangue – vou roubar mais do Manhattan General!
* Não, não. Meu amigo vai matar você, eu apenas vou assistir.
28 de novembro de 2013 em Manicômio Séries


Person Of Interest | Review – 3×09: The Crossing

Depois de assistir um episódio desses alguém ainda tem dúvidas que Person Of Interest é a melhor série no ar da atualidade? Um episódio que caminhava para o óbvio por causa da promo que circula na net a mais de 15 dias onde vimos o Fusco sendo capturado, todos fomos levados a pensar que ele seria a perda no elenco da série, seria dos males o menor já que sempre foi um peão nesse xadrez muito bem elaborado. Mas o produtor surpreendeu a todos, não que isso seja novidade, mas foi realmente chocante perdermos desta forma um dos protagonistas.
Ficamos sabendo no episódio passado que todos os bandidos da cidade estavam atras do Reese por causa da invasão a casa do juiz e da prisão do chefão da HR. Então já começamos este episódio sem embromação com a tentativa dos dois em levar o Quinn até o prédio do FBI após a Machine expelir o CPF do Reese. Mas a tarefa não se deu de forma prática, foi uma noite daquelas com direito a ataque no metrô, furo de bloqueio policial e invasão ao necrotério municipal que ficava a apenas 4 quadras do tão almejado prédio do FBI.
 Enquanto o trio em questão é caçado, Reese tem seu celular destruído e Finch é tentado a pedir ajuda a Root porque, enfim, ela se comunica com a Machine de forma peculiar. Pra falar a verdade, eu gosto muito das cenas entre ela e o Finch que são recheadas de verdades e ironias que fazem o Finch se morder de ciúmes já que sua relação com a Machine realmente é aquilo que ele programou, é o que ele esperava quando a projetou. Já a Root conseguiu modificá-la para ter um retorno diferenciado das informações que a Machine é capaz de fornecer, ela conseguiu alterá-la de uma forma mais pessoal o que deixa Finch indignado. É em um desses momentos onde descobrimos que Finch já tivera outros ajudantes em sua empreitada de salvar as pessoas cujos CPFs são revelados pela Machine. A Root sabe de muito mais coisas do que ele imagina.
Após ajudar o Reese e Carter, Fusco é apanhado pela HR e nós começamos a digerir a ideia de sua morte. Enquanto ele é torturado pelo nojento do Simons e seus capangas, Reese e Carter, presos dentro do necrotério municipal estão sendo procurados pelas gangues da cidade e pelos corruptos da HR que, vou confessar, não fazia ideia como eram tão numerosos, sobrou algum que não pertença a organização? Então temos o momento cute entre Reese e Carter. Achei meio hein? Tá certo que ela pode ter ajudado na mudança de John assim como o Finch que lhe deu um objetivo para viver mas depois do namorico entre ela o Carl e a sede de justiça que alimentou toda essa operação, não conseguia mais vê-los num envolvimento maior além da obvia relação dentro do time machine e de amizade parceira. Lembro que na primeira temporada, nos primeiros episódios ela até o elogiou dizendo que não esperava que ele fosse tão bonito, mas depois de tudo o que se passou não conseguia ver de outra forma. Mas não deixou de ser bonitinho de se ver o John abrindo seu coração novamente. Tudo não passou de uma condução descarada e muito bem jogada para o fim bombástico onde todos esperavam um desfecho e aconteceu outro bem dolorido para os fãs de Person Of interest. Reese se joga como isca para deixar Carter livre dos olhos dos bandidos e Harold ajuda, até que ela consegue levar o Quinn ao FBI, já amanhecendo o dia, enquanto Reese é detido por dois policiais legais, daqueles honestos que fazem a extinta minoria.
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O Fusco está preso, tem seus dedos quebrados e seu filho está sob ameaça de morte, mas a Shaw entra em ação e salva o Lee deixando-o por conta própria, me diz quem não tinha certeza desta morte? Faltando 8 minutos para o fim do episódio vemos ele se livrar das algemas e matar aquele outro corrupto (não lembro o nome) que tinha recebido ordens de matá-lo e tudo parece certo no fim, a HR é desmantelada, os bandidos presos e o Quinn está sob custódia do FBI, tudo bem redondinho depois de um episódio eletrizante. Mas tem uma pontinha solta, o Simons ainda não foi encontrado e, quando Carter é novamente promovida a detetive vai até o DP para soltar Reese ele reaparece. No momento em que Harold chega, Carter e Reese estão em mais um daqueles momentos, o orelhão toca. Nada mais é do que uma tentativa da Machine para avisá-los sobre a Carter. O Simons se revela e atira nos dois, a Carter é atingida no peito. O Reese disse a ela que já tinha perdido alguém e que não podia perdê-la e isso foi a primeira coisa que pensei, caramba, tadinho! A cena final onde o Harold fica estático enquanto o Jonh chora abraçado ao corpo dela foi tão comovente e chocante que nem tenho palavras para descrever o espanto, inacreditável! #RIPCarter… Não consigo imaginar como vai ser sem ela mas uma certeza eu tenho, o Reese vai pirar.
Foi, de longe, o melhor episódio que vi esse ano, ou ainda, o melhor episódio que já vi em séries do gênero. Penso que o Jonathan Nolan, o produtor da série, é um jogador estratégico genial. Ele tem plena consciência da solidez de sua trama e não teve medo de arriscar uma baixa tão importante no elenco principal da série, simples assim.
Sei que me prolonguei e peço desculpas mas não tem como não se empolgar depois de 42 minutos de pura adrenalina. Fique a vontade para comentar.
22 de novembro de 2013 em Manicômio Séries


Person Of Interest | Review – 3×08: Endgame


O caos se instalou em Person Of Interest. Depois da descoberta que o Quinn era o chefão da HR a Carter jogou gasolina na fogueira, aparentemente uma verdadeira operação ‘kill yourself, I dont care anymore‘, no estilo vigilante vingador – Arrow! rs Episódio tenso que, vou confessar, me enganou direitinho.
Desde seu início Person Of Interest vem mostrando que todos precisam de ajuda, o Harold precisa do Reese que recrutou Lionel e Carter e depois recebeu o acréscimo da Shaw. As questões pendentes de confiança precisam ser esquecidas, superadas e resolvidas para que toda a operação seja bem sucedida. Confiança e companheirismo são o segredo do negócio e também o tema principal do episódio dessa semana.
A trama se desenvolveu a partir de 38 números de CPFs emitidos pela Machine, todos eles pertencentes a policiais corruptos membros da HR. Isto ocorreu por causa de um plano de mestre da Carter envolvendo a HR e a máfia Russa. É simples – consistiu em jogar um contra o outro e tirar proveito. A HR protegia os carregamentos de drogas da máfia russa comandada por Yogorov e resolveu cobrar 10% a mais. Os caras não aceitaram e resolveram fazer o transporte por conta própria, sem a tal proteção. Uma carga é roubada (por Carter), os russos deduzem que foi retaliação da HR e inicia-se a guerra, é tanto CPF que a máquina quase pira. Carter atira no escritório do Quinn que ordena uma caçada a todos os associados a Yogorov. A obsessão de Joss para desmantelar a HR é tão grande que ela também usa o criminoso Elijah no processo, mas tudo isso sem a ajuda do time machine, o qual ela faz questão de manter afastado.
Mas não acabou aí. Carter prende Yogorov, o último russo que não foi capturado pela HR, prometendo proteção, o leva pra delegacia e o indicia com outro nome por direção perigosa – álcool. Um disfarce para suas verdadeiras intenções. Ela usa Lazlo, irmão de Yogorov que está preso, como trunfo para conseguir um depoimento entregando o Quinn como chefão da HR, bem tipo Sons Of Anarchy. É aquela velha história da chantagem; ou você assina, ou seu irmão preso já era. Carter está tão determinada a pegar o Quinn que esqueceu o dano colateral. sqn. Na verdade ela avisou o FBI que os policiais corruptos estavam prontos a executar os russos por causa do tráfico de drogas, tudo muito bem planejado e executado.

E a cereja do bolo vem quando ela liga pro juíz pedindo o mandado de prisão para o Quinn. Desconfio que ela não sabia que o safado era corrupto também e o plano só deu certo porque o time machine foi chamado. Jonh, como sempre, salvando tudo mesmo não sendo o centro do plot. A questão da confiança foi resolvida, foi lindo. Rs
Jonh Reese agora está na mira de todos os bandidos possíveis e impossíveis. Esse problema com a HR está longe de acabar dado ao finzinho da promo da semana passada onde o Fusco aparece sofrendo pacas. O que Carter vai fazer para entregar o Quinn e resolver dentro da lei não sei, mas vai dar trabalho.
Depois desta tensão toda, tenho certeza que semana que vem veremos mais um episódio bombástico, emocionante, aflitivo e com um encerramento fantástico, assim é Person Of Interest.
Fique a vontade para comentar.
- Fiquei com dó do Fusco, todo mundo deixa ele no escuro, tadinho. rs
15 de novembro de 2013 em Manicômio Séries

Person of Interest | Review – 3×07: The Perfect Mark

Person-of-Interest-3x07Ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão“, já dizia o velho ditado. Esta semana nos surpreendemos com a veracidade desta frase em um episódio mais calminho comparando com os anteriores. Complexo, sim, claro, cheio de reviravoltas e desenvolvimento inteligente, mas bem mais cômodo deixando a Root e a Vigilância de lado. Isso não significa que não tenha trazido revelações importantes e perdas significativas.
Em primeiro plano vemos o trio de protetores, Finch, Reese e Shaw, investigando o Hayden Pryce (Aaron Staton – Mad Men, The Good Wife), um  hipnoterapeuta  golpista, cretino, safado e muito inteligente que usa suas técnicas de hipnose para conseguir dados sigilosos e com eles limpar a conta bancária de seus clientes. O cara é um espertalhão que acaba se envolvendo na maior fria por se encantar pela generosa conta bancaria de um dos clientes, o revendedor de antiguidades sueco Sven (Carsten Norgaard – Sleepy Hollow). Deixa estar que o sueco é laranja da HR e participa de um esquema de lavagem de dinheiro com antiguidades que é brilhante, onde todo o dinheiro sujo fica limpo com objetos obsoletos mascarados pelos leilões de raridades. O terapeuta acaba virando alvo por não fazer ideia no que andou se metendo.
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Em segundo plano acompanhamos Carter e Laskey em vigia constante a HR. O novato que, depois de recrutado por Joss, só conseguiu  tempo mesmo pra pedir perdão a Deus pelos erros antes de ir pro descanso eterno, tadinho. Vou confessar que sua morte me deu uma dózinha, ele estava começando a ser útil e até trouxe a prova – bomba, suas fotos tiradas quando seguiu Simmons para a Carter. Cumpriu seu papel, #RIPLaskey.
No meio desse rolo todo ficamos sabendo que a Carter tem o costume de visitar certa fonte, o querido Elijah (Enrico Colantoni – Flash Point), lembram dele? Claro, o #bandidãobad ass com cara de  inocente professorzinho de ginásio que foi o grande desafio do time machine na primeira temporada, que na época eram apenas dois, Batman e Robin. Pois é, o cara tocou o terror e agora está na surdina acompanhando tudo de pertinho, sem interver, por enquanto. Sinto falta deste personagem como também sinto saudade do Fusco que aparece tão esporadicamente e em cenas tão pequenas que antes mesmo de ver a promo já desconfiava de sua futura demissão do elenco.
Mas a sacada de toda a trama vem no finzinho do episódio quando a aparentemente inocente namorada do hipnovigarista, a Natalie (Jennifer Ferrin) é na verdade outra vigarista que aplicou o golpe no golpe da bola. Desconfio que era ela que tinha clonado o celular do terapeuta e estava por dentro de seus crimes. Ela deixou tudo correr como o Pryce tinha organizado e só teve o trabalho de  interceptar a bola valiosa do Baby Ruth no molequinho vendedor de cold drinks. Espertinha a loira não? Saiu de boa com uma bola de baseball estimada em mais de 4 milhões de dólares, sabe quem foi atrás dela? Ninguém porque ‘ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão‘! Rr
Como eu já disse, o Laskey partiu dessa pra melhor mas deixou um presentão pra Carter. Além de eliminar aquele idiotão do Terney ele entregou as fotos do encontro do Simmons com o Quinn, o chefão da HR, numa conversa pé de orelha sobre o suposto desfecho do esquema mal sucedido do sueco. Agora esse plot deu uma acelerada boa, já estava mais que na hora desse chefão ser descoberto, é o tio do Carl, o cara super influente que tem todos os contatos na palma da mão. O que ela vai fazer com essa informação agora é mais uma curiosidade que fica para ser saciada no decorrer dos próximos capítulos.
Evidente que gostei do episódio, mesmo este sendo bem mais sossegado que os últimos apresentados. Não tem como não gostar dessa série que fica a cada semana mais interessante.
E você, o que achou?
- Finch no contra-senso de levar livros para a Root presa em uma mini-biblioteca só não foi melhor do que ver a cara do mesmo quando a Root lhe jogou a verdade de que ele sentia ciúmes da relação dela com a Machine. “Mamãe ama os dois” rs muito bom!
8 de novembro de 2013 em Manicômio Séries


Person of Interest | Review – 3×06: Mors Praematura

Person-of-Interest-3x06O último episódio exibido foi o melhor que Person Of Interest  já apresentou, na minha opinião, e como é bom a cada semana nos depararmos com mais plots  intrigantes e inteligentes. Fico pensando que  ainda temos 15 episódios pela frente até o fim desta temporada e parece que não existe embromação nesta série, isso é sensacional.  EmMors Praematura acompanhamos um episódio mais calmo mas de roteiro coeso com ação, mistério e inteligência. Vou confessar que voltei algumas vezes para entender e não tenho lá essas certezas de que entendi tudo.
Na semana passada, o episódio terminou com a Root sequestrando a Shaw e prometendo-lhe um pouco de diversão, uma promessa que ela cumpriu esta semana. Acontece que a Superusuária precisava de uma ajudinha numa missão dada pela Machine. Depois de uma conversa,  Shaw embarca na empreitada e vira parceira da Root num esquema bem misterioso, complexo e meio irracional que envolve a CIA. Enquanto Reese procura por Shaw depois de 8 horas sem dar  notícia, Finch e Bear – lógico, estão numa missão de proteção. O novo CPF é de um investigador, o Sloan (Kirk Acevedo – OZ, Fringe) que trabalha procurando parentes herdeiros de pessoas que morreram. Mas agora ele está investigando a morte de seu irmão de criação, o Jason que foi supostamente vítima de overdose de heroína o que levantou suspeitas já que não era usuário.
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Depois que Finch e Sloan acham o armazém cheio de informações criptografadas escritas nas paredes visíveis com luz negra, eles descobrem que o irmão do Sloan era, na verdade, um  membro da Vigilância, o grupo de hackers que nós conhecemos há algumas semanas. Jason entrou em desacordo com seu líder Collier e então decidiu se entregar à CIA revelando tudo o que sabia em troca de proteção. A CIA forjou sua morte (isso está ficando comum nessa série ultimamente) e o prendeu como fonte/informante  justamente onde, convenientemente, Shaw e Root estão esperando por ele. A máquina quer libertá-lo por qualquer motivo, porque ele pode ser necessário, como Root diz mais tarde.
É difícil descrever o que acontece no clímax do episódio, onde os 3 plots se encontram. As fontes sendo transportadas, a interceptação do veículo pelos membros da Vigilância, a intervenção de Reese e Shaw, Root ajudando Jason a fugir com uma nova identidade e uma conta bem recheada, o Sloan vendo seu irmão vivo, mesmo que por segundos, a fuga do Collier, tudo muito bem executado. Foi emocionante, não dá pra explicar, você que viu entende como me sinto.
Na semana passada tivemos HR,  nesta semana vimos o retorno da Vigilância, duas ameaças que prometem muita emoção e reviravoltas. Mas agora o time machine tem uma nova aliada, a Root no melhor estilo Neal – White Collar com aquela tornozeleira. Espero cenas grandiosas entre Finch e a Superusuária que é mantida presa numa gaiola/mini-biblioteca Faraday, protegida de qualquer influência da Machine, só não se sabe até quando. A Root é uma psicótica diferente da Shaw. É aquela pessoa obcecada, numa paixão louca, que executa todos os comandos sem questionar com um sorrisinho sacana no rosto. Ela arrisca sem medo, confia totalmente no cronograma da Machineque, vamos reconhecer, ajudou bem mais ela do que o próprio Harold e equipe, magoei…Mais uma camada de complexidade para deixar nossa série mais deliciosa.
Para completar tivemos a participação, mesmo que mínima do Fusco, que tem seu envolvimento com a HR em off, por enquanto, e um pouquinho da nova parceria entre Carter e Laskey. Descobrimos que o rapaz é russo, uma estratégia da HR de manter o controle e ainda fechar parceria com a máfia russa. Senti que a Carter vai fazer com ele o mesmo que o Reese fez com o Fusco na primeira temporada, um recrutamento meio que forçado.
Person Of Interest entregou mais um episódio complexamente divertido demonstrando que a qualidade da série se mantém a cada semana. O desenvolvimento coeso e complicado é justamente o que o torna tão grande, reafirmando ser umas das melhores séries no ar atualmente.
Você também gostou do episódio? Deixe sua opinião. Até a próxima semana.
1 de novembro de 2013 em Manicômio Séries


Person Of Interest | Review – 3×05: Razgovor

Person-Of-Interest-3x05Depois de um episódio pra lá de interessante como o da semana passada, fui tentada a achar que estaria assistindo um mais calmo essa semana. Vendo a promo e algunsspoilers por aí, minha mente se deteve apenas num desenvolvimento envolvendo a Carter e o novato Laskey. Mas que engano feliz, este foi o melhor episódio de Person Of Interest que já assisti. Ele foi tão perfeito, tão envolvente, tão delicioso que terminei de ver em estado de pura euforia. Entre o desenvolvimento do caso da semana, a investigação da Carter e a introdução da viagem pela história da Shaw foram muitos tiros, descobertas, socos, pontapés e gritos de alegria – estes foram meus. Mas para revisar tudo o que aconteceu, vamos por partes, e ainda vai parecer superficial, porque foram muitas informações e emoções para um episódio só.
Tivemos a história da russinha Gen, uma menina bem articulada que veio da Rússia para morar com o avô depois que sua mãe foi presa por protestos políticos. Ela tem a mania de tirar fotos e grampear telefones com a desculpa que está treinando para ser espiã e está vivendo com um primo mala após a morte do avô. O caso é que a Gen acabou gravando, com suas escutas e grampos, umas conversas sinistras entre traficantes locais e pessoas importantes. Seu ‘QG’ foi descoberto e ela agora corre perigo. O time machine entra em ação para proteger Gen, mas a Shaw e o Reese levam uma bailada dos bandidos e acabam perdendo a menina de vista.
Enquanto Reese, Finch e Shaw procuram pela Gen, Carter se vê naquela de monitorar os movimentos dos corruptos da HR, sempre com o pé no saco na cola. Aquele mané me dá nos nervos. Depois do vai e vem dos dois plots em questão, qual não é a surpresa ao darmos de cara com a junção dos mesmos. A HR está envolvida com o traficante grampeado pela Gen e mais que isso, ela é responsável pela produção da droga em questão. Eles mantem a menina presa enquanto tentam se apossar das fitas gravadas que agora estão com Finch.
Como tudo não acontece de uma vez, entre o rodízio de plots HR/caso-da-semana, surpreendentemente tivemos um pouquinho da história da Shaw. Acompanhamos o resgate em 1993 de uma garotinha chamada Sameen sobrevivente de um acidente automobilístico. A garota saiu ilesa de um carro capotado em chamas. É aquela hora que você olha o rosto sem expressões da atriz mirim é fica na cara que é a Shaw. Ela ficou presa nas ferragens, foi resgatada por um bombeiro super legal, que teve uma preocupação enorme em procurar as palavras corretas para dar a notícia do falecimento de seu pai. Mas a reação da criatura é de assustar, ela não expressa sentimento algum e ainda pede um sanduíche porque está com fome. Podemos concluir que o distúrbio comportamental dela existe de muito antes, ou de sempre. Shaw não sente medo, tristeza, felicidade ou solidão, ela só sente raiva, muita raiva. Na real? Pra mim nem importa muito já que, como já falei antes, ela é a doida do lado certo, é praticante do bem, então tá ótimo.
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A Shaw desobedece a um monte de ordens do Finch mas consegue resgatar a russinha. O Reese, apesar de sua importância e momentos essenciais, apareceu menos, tudo para dar destaque à cena mais extasiante de todas. Sintam-se livres para discordar, mas a Carter e o Laskey no bar foram o clímax do episódio e me arrancaram gritos de alegria. Aquele fedelhinho chato avisou o agente Simmons – safadão da HR, que o Reese estaria indo encontra-lo e depois tentou tirar a Carter da jogada só para John não ter cobertura. A desculpinha é que precisava de conselhos sobre uns problemas com um colega de trabalho. Seu barato foi logo cortado com uma Carter badass colocando aquele pivete no seu devido lugar. Ela sabia do envolvimento do Laskey com a HR, de seus relatórios de vigilância e trabalho sujo. O dono do bar onde foi o encontro, um ex-militar também corrupto deveria ser o apoio, mas é alvejado pela Carter com a arma do próprio guri, que coisa linda, nem tenho palavras. Depois de querer dar uma de durão, ele ouviu poucas e boas e, agora vai prestar serviços pra ela. Foi simplesmente emocionante.
O momento cute do episódio vem da despedida entre Shaw e Gen, quando esta é levada para um colégio interno. Gen lhe dá a medalha que foi de seu avô e diz que entende como ela é diferente. Que parece não haver sentimentos, mas eles estão lá sim, só que em volume baixo. O abraço engraçado e a despedida embaraçosa deixam mais que comprovado que a menina tem razão.
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Enfim, quando pensamos que o episódio já deu o que tinha que dar, a Root aparece sequestrando a Shaw. Essa machine tem muito o que me explicar por essa ajuda incompreensível que ela dá a Root, me sinto tão traída! Mas essas são cenas do próximo capítulo.
Sinta-se livre pra comentar, discordar, concordar e deixar sua opinião. Até o próximo episódio pessoal.
24 de outubro de 2013 em Manicômio Séries

Person of Interest | Review – 3×04: Reasonable Doubt

Person-Of-Interest-3x04-I“Neste momento somos o seu juiz e júri.”
Reasonable Doubt foi o episódio apresentado por Person Of Interest essa semana. Foram 42 minutos surpreendentes que trouxeram mais reviravoltas do que muitos filmes de espionagem com duração de 2 horas onde o time machine desvendou mais um enigma: victim or perpetrator?
O caso da semana nos traz o CPF de uma promotora, Dr. Vanessa Watkins que, a princípio, ligou para a guarda costeira porque viu o corpo do seu marido, o advogado de defesa Jeremy Watkins, boiando ao cair do seu iate. Após uma investigação mais detalhada, as evidências apontam para assassinato e Vanessa é a principal suspeita. Seguindo a mesma premissa do episódio passado, acompanhamos a trama sem saber ao certo se Vanessa é vítima ou criminosa. Mesmo cometendo pequenos delitos, a dúvida é se ela está fazendo tudo para provar sua inocência ou para cobrir seus rastros. Enquanto vemos todo o departamento de polícia numa caçada comandada pelo detetive Camerom, um desafeto do casal em questão, somos conduzidos até os últimos instantes do episódio para só então descobrirmos toda a verdade.
O que está me irritando em Person Of Interest ultimamente é o rumo que o plot da Carter vem tomando. Não que não seja importante para a trama, muito pelo contrário, mas me deixa nervosa saber que ela foi rebaixada e agora anda de fardinha com um chato nos calcanhares. Ela é muito competente e merecia outro destino, mas, enfim. A cena em que ela se encontra com Reese para conversarem sobre o caso e aquele guardinha azucrinante aparece bem na esquina de forma suspeita deixando Carter sem reação foi irritante. Bem evidente que o cara vem como um pau mandado da HR para vigia-la.
A Shaw é aquela pessoa que pode entrar em qualquer situação de disfarce, mas seus olhos não mentem, ela é totalmente psicótica. A melhor cena do episódio foi quando ela joga na cara da Nicole, suposta melhor amiga de Vanessa, o seu caso com o Jeremy e a acusação de Vanessa tê-lo matado, tudo isso engatilhando uma pistola, tomando uma taça de Chardonnay e discutindo o assunto do livro numa reunião do clube do livro com as riquinhas pseudo-intelectuais. A desenvoltura e naturalidade da Shaw me lembram daqueles filmes de suspense psicológico onde o maluco sempre tortura as vítimas antes de ser capturado ou morto. Só que dessa vez a doida da vez está do lado certo. Plot realmente muito bom.
A reviravolta do episódio se dá de forma progressiva, mas não imprevisível já que o corpo do moço nunca foi encontrado. Para quem assiste muitas séries e filmes, esse negócio de forjar a própria morte já foi explorado muitas vezes e isso tira o elemento surpresa, certo? Errado! No fim das contas, a Vanessa e o Jeremy estavam juntos na fake dead, mas o  que ela não sabia é que ele já tinha planejado incriminá-la como também não fazia ideia do caso que ele tinha com sua melhor amiga. Com um enredo tão bem escrito e amarradinho, nos deparamos com uma esposa aparentemente inocente mas com um assassinato premeditado prestes a realizar.
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Após enganar o pequeno julgamento do time machine, Vanessa vai ao encontro de seu marido para colocar seu plano final em prática quando Reese aparece. Ele se vê naquela situação confusa na qual um enganou o outro que juntos planejaram enganar todo mundo e decide deixar a situação se resolver por si mesma. Retira uma arma do suit, limpa com um lenço, a deixa em cima da mesinha e sai com a frase: – “Estou no ramo de impedir coisas ruins de acontecerem. Não sei se o que está prestes a acontecer é uma coisa ruim”. Não sabemos o que aconteceu mas a atitude do Reese vai dar muito assunto a ser discutido com o Finch.
Pode ter sido ultrajante e absurdo, mas eu gostei demais do encerramento. Quando percebemos todos os detalhes, nosso senso de justiça se confunde com vingança e não damos a mínima em salvar o casal criminoso. Eu não sei o que a atitude do Reese significa para ele, mas acrescenta outra dimensão à sua personalidade. Como o personagem principal da série tivemos sua história dissecada nas duas primeiras temporadas e um Reese Law & Order sendo desenvolvido nesta. Desconfio que seu personagem terá um up a partir dessa última decisão.
Episódio muito bom, como sempre, você não acha? Deixe sua opinião.
18 de outubro de 2013 em Manicômio Séries


Person of Interest | Review – 3×03: Lady Killer

Person Of Interest - 3x03Em um episódio meio atípico, Person Of Interest nos apresentou mais um caso da semana com pitadas de humor, suspense e um desfecho para o plot da Root naquele hospital, tudo assim, bem simples, mas nem tanto. É lindo de se ver envolvida numa história tão bem escrita e progressiva como esta, e agora com um pouquinho de humor, já que a Shaw e o Reese estão de provocação um com o outro – humm, sei não. Antes de mais nada quero comunicar aos fãs da série que a partir de agora estarei revisando os episódios com vocês, nossa querida Dani que fazia com muito carinho e competência as reviews me repassou e eu agradeço muitíssimo mesmo porque sou fã da série. Pois bem, vamos lá.
O caso da semana traz um possível perseguidor de mulheres cujo o CPF apareceu na ‘machine’ e a equipe não sabe se ele é vítima ou criminoso, como sempre, mas dessa vez nós também somos conduzidos pela dúvida até mais da metade do episódio. Lembro-me de alguns casos da primeira temporada que também foram assim. Esse cara, o Iam (Warren Kole – Roderick em The Following) era na verdade um pesquisador, como ele se autodenomina, um verdadeiro mulherengo conquistador que se dedica a descobrir o que satisfaz as mulheres e lhe dar a vantagem da antecipação. O playboy camaleão descobre que é pai de um garoto de família rica cuja mãe era sua namorada na época de faculdade. Após a morte de Danna, seu pai queria ver o Iam morto para não reivindicar a guarda do menino que é herdeiro de uma fortuna.
O que mais agradou na resolução do caso da semana foi ver as mulheres em ação. Shaw, Carter e a Zoe, a querida Zoe que aparece de vez enquanto para ajudar seu antigo afair, o Reese e o Harold, vão à caçada na boate, vestidas para matar com a intenção de atrair a atenção do playboy. O plot gira em torno da resolução do caso do Iam e seu filho enquanto vemos a Shaw e o Reese entre farpas e olhares em um possível futuro envolvimento. Sinto que os roteiristas sempre a mostraram como uma sociopata funcional, fria, raivosa e tals, mas nesse episódio eles exploraram o carinho que ela tem com o Bear, deixando clara a intenção de apresentar um lado meigo e sensível dela. Mesmo assim, não sei se shipar os dois seria uma boa ideia para a série.
Enquanto isso temos a progressão do plot da Root no hospital. Ela anda com um celular sem operadora por aí conversando com as câmeras de vigilância e as máquinas, quem acreditaria na sanidade desta mulher? O seu psiquiatra continua com a terapia mesmo depois do último encontro apavorante, onde ela contou segredos de sua intimidade. Ele, enfim, presencia o que Root é capaz de fazer e encara de forma assustadora que ela não é tão maluca assim. Agora a Root está solta, deixando Reese e Finch preocupados com sua certa interferência, já que também recebe a ajuda da máquina.
Depois de 40 minutos imperceptíveis, vemos mais um bom episódio que só reafirma o quanto a série está no auge apesar das mudanças de horário e preocupação com sua audiência. Espero eu que esses fatores não venham colocar em risco uma das melhores séries no ar na atualidade.
E você, o que achou do episódio dessa semana? Dê sua opinião, ela é muito importante!
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