sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Jack Reacher - O Último Tiro e O Último Desafio


Duas produções de ação lançadas a pouco tempo. O primeiro traz Tom Cruise e um personagem de livros policiais, o outro traz de volta o Arnold Schwarzenegger às telonas. 
Pura diversão!

Sinopse

Jack Reacher – O Último Tiro
Dirigido por Christopher McQuarrie
Com: Tom Cruise, Rosamund Pike, Richard Jenkins, David Oyelowo, Joseph Sikora, Alexia Fast, Jai Courtney, Robert Duvall e Werner Herzog.

Baseado no 9º livro de uma série de volumes do escritor Lee Child, a produção apresenta um ex-militar, o major Jack Reacher (Cruise) para desvendar um caso inusitado, um atentado com 5 assassinatos numa praça em plena luz do dia. O possível assassino menciona Reacher antes de entrar em coma após uma surra na prisão. A advogada de defesa percebe que há algo de errado nisso tudo e com a chegada e ajuda do ex-militar, começam uma busca pelos reais motivos dos crimes. Revela-se aqui, então, uma trama bastante interessante, com clima investigativo, envolvendo algo muito maior do que eles imaginavam.

O Último Desafio
Dirigido por Jee-Woon Kim.
Com: Arnold Schwarzenegger, Rodrigo Santoro, Forest Whitaker, Jaimie Alexander, Johnny Knoxville, Peter Stormare, Luiz Guzman, Chris Brownling e Eduardo Noriega.

Mostra o xerife Ray Owens (Schwaz), um sujeito durão, ex-policial em L.A. que agora cuida de uma cidadezinha pacata próxima à fronteira entre EUA e México. Determinado dia, o xerife dá de cara com uma tentativa de fuga e travessia de fronteira do criminoso Gabriel Cortez (Noriega) caçado pelo FBI.

Geral

Jack Reacher – O Último Tiro

A produção já oferece um início muito eficiente, uma cena em que o atirador se organiza para por em prática seu ato terrorista de assassinar 5 pessoas. De cara, se percebe que é uma armação inteligente, quase perfeita, provavelmente impossível de ser questionada. Neste ponto, é apresentado o ex-militar major Jack (Cruise) e a plateia logo é fisgada. 

Um cara misterioso com um certo talento de questionar o óbvio e meios não tradicionais de procurar a verdade. Convocado pelo suposto assassino, ele vem em busca da verdade e acaba trabalhando com sua advogada de defesa. É bem verdade que o filme traz vários clichês, mas também prova que, quando utilizado de forma correta, o clichê até que funciona.

O longa conta com um elenco muito legal como Richard Jenkins e o veterano Robert Durvall com um personagem de alívio cômico, além de trazer também o cineasta alemão Werner Herzog que interpreta o vilão Zec.


O Último Desafio

Em seu retorno às telonas como protagonista depois de deixar a política, Schwarzenegger encabeça uma produção um tanto batida e bem clichê. É aquele cara durão que já foi policial em uma cidade grande e, depois de ver e participar de tanta coisa feia resolve terminar seus dias cuidando de uma cidade pequena de fronteira. O longa demora a prender a atenção da plateia e se desenrola melhor depois da fuga do criminoso Gabriel Cortez (Noriega) que seria transferido para o corredor da morte pelo FBI.

O diretor Jee-Won é um chinês que, dentro dos absurdos do gênero e limitações é até competente em criar humor, fazendo o Schwarz rir de si mesmo e sua idade (lembrando a cena célebre de Os Mercenários II) entre tantos tiros, explosões, sangue e porradas.  É eficiente a sua sórdida maneira.

Para o público brasileiro, o filme vem com um fator de interesse a mais, o ator Rodrigo Santoro que tem um bom papel de destaque. Barbudo, duvidável, com interesse romântico e participando do quebra-pau decisivo.


Ainda tem outras personalidades famosas como Johnny Knoxville (Jackass), o mexicano Luiz Guzman (Pequenos Espiões), Jaimie Alexander (Thor) e Forest Whitaker (O Último Imperador da Escócia)

Impressão

Agora é que são elas...

Posso dizer que fui, vi e gostei dos dois de certa maneira. Mais do primeiro do que do segundo, claro. São produções bem clichês, mas, me arrisco a dizer que, o primeiro até funcionaria sem o Cruise e o segundo não teria a mínima chance sem o Schwarz.

Lógico que Cruise carrega aquela caricatura de Ethan Hunt (personagem dele em ‘Missão Impossível’) e segura as pontas contornando com maestria as falhas do filme, deixando assim a trama mais legal de ser acompanhada. 



Já o nosso eterno Exterminador do Futuro, é a maior razão da procura pelo filme que cumpre o seu papel de divertir, apesar da violência desvairada, mas não tem profundidade e até mesmo choca alguns que convivem com notícias de tiroteios e assassinatos violentos.


Como disse o Rubens Ewald Filho: ‘A gente fica até encabulado em afirmar que num certo sentido esta orgia de violência é um filme eficiente dentro de sua proposta’, Mas é isso mesmo.

Para quem gosta de ação, violência e muito tiro, as produções garantem pura diversão!!!




Fontes:


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

As Aventuras de Pi



Um insignificante post sobre o que vi no cinema em As Aventuras de Pi. Pensei, pensei e não consegui atingir a tamanha grandeza, então deixo apenas o mais simples, e você, depois de assisti-lo, tire suas conclusões.

Sinopse

As Aventuras de Pi (Life of Pi). 127 min, 2012.
Diretor: Ang Lee
Roteiro: David Magee (baseado em livro de Yan Martel)
Com: Suraj Sharma, Irrfan Kahn, Ayush Tandon, Adil Hussain, Tabu, Rafe Spall, Gérard Depardieu, James Saito, Andrea Di Stefano.
Produção baseada no livro The Life of Pi de Yann Martel, conta a saga de Piscine Patel (Pi) em detalhes minuciosos. Pi (Irrfan Kahn) é procurado por um jornalista (Rafe Spall) ao qual descreve sua aventura à deriva por 227 dias acompanhado por um tigre de bengala adulto chamado Richard Parker.

Geral

Indicado a 11 Oscars ( Filme, Diretor, Roteiro Adaptado, Edição de Som, Direção de Arte, Fotografia, Efeitos Visuais, Montagem, Trilha Sonora Original, Canção Original e Som) este é um filme inusitado, uma trama complexa e sujeita a discussões por ter um forte teor metafórico e religioso.

Depois de uma introdução longa, mas necessária onde o filme explora a vontade de Pi (Ayush Tandon) ainda criança de entender as várias religiões, os porquês da vida e a fé naquilo que não se pode ver, mas que de alguma forme está presente; vemos o naufrágio do navio onde o jovem Pi (Suraj Sharma) estava com sua família e vários animais do zoo de seu pai. Ele se vê sozinho em um vasto oceano na companhia de um tigre dentro de um bote salva-vidas e se apega a sua fé em Deus para sobreviver.
  
Parece impossível, mas Pi luta durante dias a fio para arranjar um jeito de conviver com o tigre depois de desperdiçar algumas oportunidades de se livrar do animal selvagem. Isso nada mais é do que uma demonstração do medo de ficar sozinho e perder sua única companhia. O tigre Richard Parker atua exoticamente como a cura para a solidão do homem, um homem que luta contra a natureza através do poder da fé. ‘Mais perigoso do que ser devorado por Richard Parker é ser largado naquele vasto oceano, sozinho consigo mesmo. ’ (rubens-ewald-filho/2012/12/21)


As Aventuras de Pi custou uma bagatela de US$120 milhões (encarecidos pelo uso do 3D) e beira os US$ 400 milhões de faturamento mundial. Já se tornou a maior bilheteria na carreira do diretor Ang Lee. A previsão é de que chegue à barreira dos US$ 500 milhões antes do Oscar. Por aqui o filme chegou a 1.2 milhões de espectadores em 15 dias.


Preciso dizer que Ang Lee é O CARA! E o indiano Suraj Sharma (19 anos) que, segundo o Wikipédia ‘fez sua estreia com o papel-título no filme de 2012 Vida de Pi’, é o ator-não-ator mais brilhante que já vi em qualquer estreia. Atuando em um filme praticamente digital ele deu um show! Merecia ao menos, a indicação de melhor ator.


Impressão

Sem muito o que dizer, As Aventuras de Pi é simplesmente lindo, reflexivo, arrepiante, inusitado, metafórico, emocionante. Uma fábula filosófica surpreendentemente cristã.

RECOMENDADÍSSIMO!!!

E que venham os Oscars!



Fontes:

http://www.cineplayers.com/critica.php?id=2565
http://www.100video.com.br/portal/Noticias.aspx?NoticiaID=13291



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

O Hobbit - Uma Jornada Inesperada


Com um medo danado de me tornar plagiadora e repetitiva, aqui está: O Hobbit, Uma Jornada Inesperada. Minha indigna crítica a uma obra imensa, épica, magnífica, quase perfeita... Inexplicável.  

Sinopse

A produção, baseada no livro de J. R. R. Tolkien, The Hobbit, conta a primeira de três partes da aventura vivida por Bilbo Baggins, um hobbit que acompanha 13 anões de volta ao Reino de Erebor, sua terra conquistada a muito tempo pelo dragão Smaug. Introduzido na aventura pelo mago Gandalf, o Cinza, Bilbo e os anões, liderados pelo lendário Thorin Escudo-de-Carvalho atravessam terras sombrias, lugares traiçoeiros infestados por seres funestos como Orcs, Wargs e Ogros. Em certo momento da empreitada, os viajantes se vêem emboscados por uma raça pequena de Orcs, é onde Bilbo consegue se safar sozinho e dá de cara com Smeagol, vulgo Gollum, nas margens de um lago subterrâneo e se apodera do anel ‘precioso’. Num jogo de adivinhações, Bilbo põe em prática sua profunda astúcia e coragem, que surpreende até mesmo a ele, como também descobre as qualidades úteis do anel. Um anel de ouro, a muito tempo esquecido, que está ligado ao destino de toda a Terra-Média, de uma maneira que nem Bilbo nem ninguém poderia imaginar.

Geral

A trilogia “O Hobbit” tem tudo para ser mais uma prova viva de saga inteligente.  A primeira parte da trilogia, O Hobbit – Uma Jornada Inesperada; agrada os fãs de Tolkien e os que não são também. Tem um respeito imenso pelos personagens e trata com minucioso carinho elementos importantes do livro, como as canções.

A narrativa se inicia quase que no mesmo instante que O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel; com Bilbo (Ian Holm) e Frodo (Elijah Wood) às vésperas da festa de aniversário do primeiro. A pequena sequência é muito importante para a plateia ser inserida no universo da Terra-Média. Neste momento, quem não é familiarizado com o livro recebe de cara a informação de que estamos de volta à Terra Média.

Todos são conduzidos a um retrocesso no tempo de 60 anos e lá está Martin Freeman na pele do jovem Bilbo. Ele vive pacatamente no Contado e tem sua  rotina atropelada após a visita de Gandalf, o Cinza (Ian McKellen). Após um jantar pra lá de tumultuado, o pequeno hobbit acaba em uma jornada ao lado do mago e de nada menos que 13 anões: Bofur, Ori, Kili, Fili, Dwalin, Oin, Bombur, Dori, Gloin, Balin, Nori, Bifur e, é claro, Thorin, Escudo-de-Carvalho. 

Os anões são um dos destaques. É impressionante o cuidado minucioso em caracterizar cada personagem do livro em detalhes individualmente interessantes, cada um com sua função e com uma personalidade diferente. O mérito para tanto deve ser dividido entre os atores e a equipe de produção, afinal o figurino e a maquiagem foram fundamentais. Detalhe que em comparação com os Orcs, bem produzidos também, vemos nitidamente que os anões são distintos já os Orcs são feitos similarmente para darem a impressão de massa, tendo como diferentes apenas os chefes, como destaque.

Peter Jackson, mais uma vez, dirige cenas de ação de maneira tão perfeccionista, com uma minuciosidade tão precisa que fica a dúvida se ele é mesmo apenas um simples diretor... Dizem que se J. R. R. Tolkien estivesse vivo, sem dúvida, abraçaria  as duas adaptações de Peter Jackson.

A trilha sonora é espetacular! É incrível como a melodia da canção dos anões fica gravada na mente após a sessão. O compositor Howard Shore também não dispensa referência aos anteriores. Tocando a música tema de “O Senhor dos Anéis” de fundo em vários momentos, e até mesmo em plano superior. O clima é o mesmo, o ritmo é o mesmo, os arranjos usados são praticamente os mesmos... É incrível!

A fotografia dispensa comentários. Se a 10 anos atrás já eram espetaculares, imagina agora, com tudo que a tecnologia 3D pode oferecer! No site Omelete, Érico Borgo nos dá uma clara descrição da tecnologia usada na produção;



"Peter Jackson completa seu retorno à Terra-média com uma novidade tecnológica: os 48 quadros por segundo (desde a aurora do cinema, 24 quadros, metade da novidade, bastavam para que o cérebro humano registrasse as imagens em movimento). O resultado do dobro de informação, toda ela em alta definição e registrada em 3D pelas novíssimas câmeras Red Epic, é hipnótico e um tanto perturbador de tão perfeito. O Hobbit é quase hiper-realista nessa versão.
Basicamente, depois de alguma estranheza inicial (eu demorei uns bons minutos para parar de achar que tudo estava andando em câmera acelerada) e um ou outro momento de certa (pouca) vertigem, a definição cristalina empolga de verdade. É tudo tão irretocável - e dificil de explicar - que você se surpreende parando de prestar atenção no todo para encarar detalhes, como a textura de uma caneca, ou a forma como a água cai em uma cachoeira. É coisa de hobbit chapado depois de umas boas tragadas de Folha de Longbottom em seus cachimbos.
A clareza de imagem e movimento é tamanha que diversas vezes senti-me de certa forma - por mais bizarro que possa parecer - "invadindo" o espaço dos personagens durante os close-ups. Dá pra ver cada poro e nuance de movimento, cada fio de barba, cabelo ou fibra da roupa. É realmente impressionante, talvez até demais. O cinema, em seu mais de século de existência, sempre usufruiu de uma "aura" mágica estabelecida pela película e que aos poucos vem sendo quebrada pelos formatos digitais. Peter Jackson renega essa aura e dá um novo sentido a ela, entregando ao espectador uma visão em primeira pessoa não de fora da tela, mas dentro dela. Bem-vindo à Terra-média - e ao futuro do cinema." (http://omelete.uol.com.br/hobbit/cinema/o-hobbit-uma-jornada-inesperada-critica/)


Martin Freeman foi uma ótima escolha; bem parecido fisicamente com o velho Bilbo, ele mescla a esperteza dos Hobbits e seus trejeitos. Freeman foi um Hobbit perfeito. É inegável que é Martin Freeman que rouba a cena. Conhecido pela atuação em O Guia Do Mochileiro Das Galáxias o ator brilha como Bilbo, passando bem as dúvidas e angústias do personagem.

Quem também se saiu bem foi o  Richard Armitage como Thorin, um anão que se torna gigante pela sobrecarga emocional e espírito de liderança que carrega. O ator ainda ostenta um sotaque inglês digno de um lorde deixando seu personagem simplesmente imponente.
O restante do elenco dos anões é bem divertido!







Outro retorno pra lá de especial é o de Andy Serkis como Gollum. A captura de movimentos e, principalmente, de expressões faciais está ainda mais impressionante que a 10 anos atras. O personagem surge rapidamente, mas logo desperta o interesse e, até mesmo, o carinho por parte do espectador. 



Ian McKellen já do conhecimento de todos, e claro, bom ator como ele é, não perde sua essência como Gandalf. Nunca perderá!







Impressão

Primeiro o desabafo - Moro em uma cidade estranha. Quer ser grande metrópole, mas tem comportamento de vila entocada, daquelas bem desprivilegiadas, que sofre com o descaso do governo com relação à saúde e educação. Explico: a maioria da população (quase 300.000 habitantes votantes) tem problemas com os filmes legendados. O problema de DDA é grave, já que não conseguem ler a legenda e ver o filme ao mesmo tempo! Por causa desse problema ridículo essa produção épica e magnífica ficou em cartaz (cópia com áudio original – legendada) apenas UMA SEMANA, isso mesmo, UMA SEMANA! Quando fui procurar ver o filme mais uma vez pra captar detalhes perdidos na primeira vez, descobri que só tinha dublado, sem o 3D e em horários completamente inconvenientes! Assisti assim mesmo a cópia sem o 3D e desgraçadamente dublada. Uma derrota...

(Desculpa aí pessoal, mas minha indignação é tamanha que precisava ser exposta!)

Mas... vamos ao que interessa.

O início do filme nos trás de volta Froddo e toda a sua doçura, relembrando que já estivemos nas tocas de portas redondas do Condado. É uma nostalgia morna e gostosa como a brisa que embala as folhas do jardim de Bilbo (Em 3D é mais fácil ainda de sentir essas coisas kkk). Eu li o livro, e me impressionei com a cautela da produção minuciosa do filme, tudo muito similar à trilogia de O Senhor dos Anéis. O filme não cansa de lançar referências a saga anterior, personagens, artefatos, símbolos e detalhes que se encaixam de maneira esplendorosa, coisas de Tolkien e sua incrível inteligência e Jackson com seu perfeccionismo que nos é um presente dos deuses.


A duração do filme pode até ser um probleminha, algumas cenas esticadas, explicativas e muito detalhadas causam um certo tédio em algumas pessoas na plateia (lembro que 2 pessoas deixaram o filme na metade e eu gritei : QUEIMEM HEREGES, NO FOGO DA MONTANHA DA PERDIÇÃO DE MORDOR!! Enquanto meus amigos riam rsrsrs) mas, aqui pra nós, quem é que não se delicia em 169 minutos de aventura Tolkieana pela Terra-Média conduzida pelo mago Peter Jackson?


O que posso dizer? Espetacular, ousado, grandioso! De longe melhor filme do ANO! Peter Jackson comprovando sua competência mais uma vez nessa adaptação fantástica da obra de Tolkien, coisa não muito fácil! Realmente uma produção cinematográfica épica, pra ficar, mais uma vez na história!




Fontes:




segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal


"A melhor mensagens de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida."

Feliz Natal à todos os amigos filme-serie-maníacos! Que 2013 venha repleto de novidades!


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Never Let Me Go

Revendo os episódios de Beauty And The Beast em HD, me deparei com a belíssima trilha sonora escolhida. Essa música, em particular, me chamou a atenção, muito linda !!



Never Let Me Go

Looking up from underneath
Fractured moonlight on the sea
Reflections still look the same to me
As before I went under

And it's peaceful in the deep
Cathedral where you cannot breathe
No need to pray, no need to speak
Now I am under

And it's breaking over me
A thousand miles onto the sea bed
I found the place to rest my head

Never let me go, never let me go
Never let me go, never let me go

And the arms of the ocean are carrying me
And all this devotion was rushing over me
And the crushes of heaven, for a sinner like me
But the arms of the ocean delivered me

Though the pressure's hard to take
It's the only way I can escape
It seems a heavy choice to make
But now I am under all

And it's breaking over me
A thousand miles onto the sea bed
I found the place to rest my head

Never let me go, never let me go
Never let me go, never let me go

And the arms of the ocean are carrying me
And all this devotion was rushing over me
And the crushes of heaven, for a sinner like me
But the arms of the ocean delivered me

And it's over
And I'm goin' under
But I'm not givin' up
I'm just givin' in

Oh, slipping underneath
Oh, so cold but so sweet

In the arms of the ocean, so sweet and so cold
And all this devotion, well, I never knew it all
And the crushes of heaven, for a sinner released
But the arms of the ocean delivered me

Never let me go, never let me go
Never let me go, never let me go

Delivered me

Never let me go, never let me go
Never let me go, never let me go

Delivered me

Never let me go, never let me go
Never let me go, never let me go
Never let me go, never let me go
Never let me go, never let me go

And it's over
And I'm goin' under
But I'm not givin' up
I'm just givin' in

Oh, slipping underneath
Oh, so cold but so sweet.




quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Tudo Junto e Misturado

Ando meio sem inspiração pra escrever apesar de ter visto ótimos episódios esses dias, outros nem tanto... Algumas séries conseguem manter o nível e deixam o público cada vez mais curioso e viciado como a excelente e horripilante The Walking Dead


Após uma segunda temporada 'meia boca', estilo novela mexicana com triangulo amoroso e tudo, essa terceira temporada veio para fazê-la ressurgir das cinzas, ou melhor, do apocalipse zumbi. Com ótimas cenas de extermínio e uma trama sem piedade, ela vem traçando seu percurso de história em quadrinhos relida e reformulada, de uma forma bem bacana, com o acréscimo de personagens e uma rotatividade de núcleos que faz com que o público cogite em que ponto eles se encontrarão e como vai ser daí pra frente.


Arrow, meu xodó dessa temporada de séries vem mantendo um ritmo estável. Como uma série de um herói das HQs, ela traz uma sequência de episódios explicativos mas nem tanto onde a curiosidade é aguçada e a sede por aventura e justiça (ou vingança, coisas bem diferentes que se misturam com muita facilidade nessa série) é saciada pelas cenas de ação onde o Green Arrow (Stephen Amell) expõe suas habilidades como arqueiro, saltador, lutador, escalador e adepto do le parkour, muito legal. Teremos nos próximos episódios (sem previsão ainda) a volta do exterminador. antes ele apareceu com sua máscara e não tinha um rosto conhecido por trás. Mas agora ele ganha vida. Será interpretado pelo ator Manu Bennett, o Crixus de Spartacus. Segundo o site EW, ele viverá o Slade Wilson, aliado de Oliver Queen na ilha, mas que posteriormente se transforma no Deathstroke (exterminador). O ex-coronel sofre um experimento científico nos quadrinhos, que lhe permite usar 90% do cérebro e se torna uma máquina de matar. E ainda  teremos mais um vilão introduzido na história. Vamos esperar para conferir.


The Vampire Diaries finalmente apresenta ao público lôko e viciado, o casal tão esperado e pedido DELENA. Com duas temporadas de muita enrolação, os teens podem apreciar a beldade do bad guy Damon Salvatore (Ian Somerhalder) e sua amada vampira recém-criada Elena Gilbert (Nina Dobrev) darem vida ao amor selvagem que escondiam todo esse tempo... Pobre Stefan Salvatore (Paul Wesley), irmão bonzinho mas nem tanto que anda fazendo muita besteira.... Mas o que eu gostei mesmo foi do Jeremy Gilbert (Steven R. McQueen) caçador impiedoso que teve coragem de enfiar uma estaca no pescoço da irmã! Muito bom!


Dexter, o amado e mais famoso serial killer apresenta uma temporada cheia de altos e baixos. Temos um Isaak que transpira testosterona, assassino frio, mas que não passa de um gay ressentido que perde as estribeiras por vingança. Meio forçado, mas nem tanto quanto a paixonite de Debra e pior, a paixonite do próprio Dexter pela loira do 'Chuck' que acha que está 'amando'! Deixa pra lá. O ponto alto está na reviravolta da trama onde Dexter e Isaak, caçador e caçador, acabam trabalhando juntos, isso foi realmente muito legal. É uma série que não tem medo de correr riscos, colecionando uma grande sucessão de acertos e quando comete erros, corta-os rapidamente em 'pedaços'  e os joga no mar.


American Horror Story, para mim, perdeu o rumo e o sentido da coisa. Depois de um a temporada fascinante  como foi a primeira, a inovação da ida dos atores a um manicômio, sem seus personagens, com novas histórias e novos personagens para serem desenvolvidos é uma boa sacada, com um potencial enorme que não vem sendo devidamente aproveitado. Como é que a produção junta aquele elenco fantástico, num cenário horripilante de um manicômio, nos primórdios de 1900 e não consegue fazer o bonde andar? Decepcionante. 


Digo o mesmo de 666 Park Avenue. Não dá nem pra comentar como uma série de um episódio piloto tão bom consegue descer na própria escada espiral que leva sei lá pra onde e não consegue instigar a curiosidade de descobrir. Pelo menos a minha.


Beauty And The Beast deu uma melhorada. Claro que as coisas ainda podem ficar muito melhores, mas o último episódio que vi fechou com saldo positivo na minha opinião. Um romance morno entre a policial Cat (Kreuk) e a fera Vincent (Ray) que sustenta (até quando??) a série. Aí onde está o erro que os produtores insistem em repetir. A enfase no romance está toda errada. Os casos policiais que trazem boas sacadas até empolgam, mas quando desvendados, às vezes absurdamente no mesmo dia, decepcionam o público pelo desenvolvimento medíocre. Pelo visto conduzir de forma interessante os dois lados não é tarefa tão fácil. 

Outras séries que estão em temporada aberta e que mantém minha opinião de que são legais e apresentaram bons episódios justificando o meu vício (até que se tornem enfadonhas) são: Grimm, Supernatural, Person Of Innterest, The Big Bang Theory e  Last Resort, série recém lançada muito boa.